quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnaval? Já era...

Acabou o Carnaval, pelo menos por aqui, quarta-feira de cinzas. Reza a lenda que o ano no Brasil começa hoje, depois do meio-dia. Mesmo depois de 56 dias de 1º de janeiro.

Este ano resolvi ver o Carnaval de perto, fui à Avenida do Samba aqui em São José dos Campos no domingo. A Av. Teotônio Vilela (Fundo do Vale para quem mora por aqui) estava lotada para acompanhar os desfiles das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos.

A prefeitura disponibilizou um bom lugar para as pessoas com deficiência, só achei um pouco longe da onde os carros ficaram estacionados, mas os agentes da Defesa Civil "escoltaram" os cadeirantes até o local reservado (achei bem bacana!).

Mas admito, Carnaval não é a minha praia, tentei aproveitar ao máximo, entretanto, minha animação não chegou a um décimo das outras pessoas que estavam por lá. Será que um dia vou me animar verdadeiramente com essa comemoração?

Meu aniversário não teve uma comemoração, nem mesmo o bolo de chocolate, porque eu simplesmente não quis. É, eu estava desanimado.

Só para constar, este post data de quarta-feira, contudo, ele foi finalizado na noite da quinta-feira.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval e aniversário juntos, dá certo?

É, minha gente, esse tal de carnaval tá aí e mais uma vez, meu aniversário vai cair no meio dessa festa à fantasia coletiva (ou seria o carnaval que vai cair no meu niver?). São duas festas em uma.

Até uns anos atrás não ligava muito pra esse negócio de Carnaval não, achava uma besteira ficar pulando pra lá e pra cá, beber sem ter hora pra parar (Pôxa, isso até rimou, mas juro que foi “sem querer querendo”).

Mesmo quando caia no meu aniversário, o que não é difícil de acontecer é geralmente é numa segunda-feira, eu só queria saber de comemorar mais um natal meu, o resto era o resto.

Mas de uns tempos pra cá, passei a ter certo gosto pela folia, entender as manifestações culturais por todo o país e me divertir com os confetes e serpentinas no meio da rua.

Contudo, um alerta que o Jairo Marques faz hoje no seu blog, acho importante ratificar por aqui. “Tchurma”, é muito chato alguém começar a empurrar a cadeira de rodas sem a gente querer e sair sem destino, isso não é divertido. Por favor, pergunte antes, é educado e todos se divertem. (Isso vale pra qualquer momento, galera!).

Comemorar o aniversário é sempre bom e depois que mudei minha opinião a respeito do carnaval, ficou melhor ainda, a gente economiza na festa, só precisa comprar o bolo (de chocolate!). Mas é bom não exagerar na comemoração, senão pode ir parar no hospital, ok?

Abraço e até quinta!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Só posso pedir desculpas

Uma das coisas que aprendi com meus pais foi assumir os meus erros e pedir desculpas por eles.

Na semana passada, eu escrevi um texto onde eu "cornetei" um dirigente de uma intituição de defesa da pessoa com deficiência, que a meu ver, usava um site, que pensava ser instuicional, para fazer promoção próporia.

Mas eu estava muito enganado. O dirigente entrou em contato comigo e me esclareceu que o site é dele e não da instituição. Então, só me resta pedir desculpas por escrever "sem saber do que eu estava falando".

Além disso, seguirei os demais conselhos que ele me deu. Me interarei mais a respeito dos temas relacionados à pessoa com deficiência.

Agradeço pela correção e pelos conselhos.

Sem mais,

Luís Daniel

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Erros corrigidos

Meus caros 50 leitores, eu não havia percebido que o blog estava com alguns erros quando troquei o Template, o primeiro que o contador de acessos tinha sumido porque ele era um script que eu coloquei no template anterior.

O segundo, e muito mais grave se tratando de um blog, é que quem queria comentar as postagens não estava conseguindo, pois não havia o tal campo para os comentários, mas fui alertado pelo leitor Evendro (obrigado, meu caro) da ocorrência e mudei o formato de comentários e agora funciona que é uma beleza.

Peço a compreensão de todos e muitas desculpas para quem tentou comentar e não conseguiu fazer. Sintam-se à vontade para me cornetar a partir de agora.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Vou de táxi

Não, não é aquela "mardita" da mulher do Hulck, mas prometi uma pauta da minha viagem a Capital Paulista.

Eu estava ouvindo rádio no carro e uma notícia me chamou atenção. O Táxi Acessível, que começou a funcionar hoje na maior cidade da América Latina. Por enquanto, são 20 carrinhos Fiat Doblo (eu conheço esse carro hehehe) que passaram a circurlar por lá. Eles carregam uma pessoa com cadeira de rodas e dois acompanhantes.

Até o fim de 2009, mais 60 táxis acessíveis devem estar nas ruas paulistanas. Para soliciar o serviço basta entrar em contato com o rádio táxi da cidade. As tarifas das viagens são as mesmas do táxi comum, sem nenhuma cobrança adicional ou desconto, R$ 3,50 (justo!).

É, o táxi é uma boa pedida para quem não quer andar de "busão" e tem condições de pagar a bandeirada.

Pelo jeito, ainda vai demorar para se ter um serviço desse aqui em São José dos Campos. "Malemá" temos o "busão" funcionando ainda, o que dirá um táxi. Mas quero crer que um dia a minha "Sanja" vai ser uma cidade com transporte público acessível e decente.

Ah, vi na Folha, quando fui pegar uma imagem para ilustar a nota, que cada "tumove" custou 90 "conto", bancados pelo taxista (que diga-se de passagem teve que ter bala na agulha para pagar, heim?).

Aviso aos espertinhos: o uso é exclusivo para pessoas com mobilidades reduzidas e possíveis dois acompanhantes, nada além disso!!

** Imagem: divulgação, pega na Folha Online

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

AACD amanhã

Galera, por motivos de uma visita à AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), vou passar o dia todo em trânsito e sem computador, ou seja, sem atualizações por aqui.

Eu sei que este blog não é lido por muita gente, mas estou tentando postar aqui todos os dias ára manter o costume.

Se eu encontrar algum assunto interessante lá por Sampa, trarei, com certeza para cá, mas se alguém tiver alguma sugestão é só "cornetar ae"!

Até mais...

Violência gratuita


Todo começo de ano letivo as Universidades, principalmente as públicas, se tornam manchetes em todos os jornais (e desta vez até no meu blog) por causa dos trotes violetos provocados pelos veteranos.

Eu, felizmente, não tive problemas com trotes violentos quando eu entrei na faculdade de jornalismo. Imagino porque eu não fui troteado de forma violenta pelos veteranos.

Primeiro porque os próprios alunos da Univap nunca foram de fazer isso com seus "bixos" por pura falta de cultura universitária. Lá realmente parecia escola de ensino médio (como já comentei quando escrevi sobre a ausência do Diretório Acadêmico na minha época da faculdade).

Mas não dá para admitir que os futuros profissioais da sociedade brasileira sejam os mesmos que agridem seu colega de profissão e isso gera um "círculo vicioso", pois quem apanhou vai querer bater quando for veterano.

Pintar a cara (ou todo o corpo), cortar o cabelo (sem atingir a integridade física da pessoa) são bricadeiras saudáveis e que considero que devem ser feitas, afinal, não deixa de ser uma comemoração para o próprio "bixo".

Entretanto, aqueles que passarem do limite do bom-senso devem ser responsabilizados acadêmica e crimialmete, nas leis que eles se enquadrarem.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Política social tem que ser com responsabilidade


“Tchurma”, eu reconheço que na o sou um jornalista com deficiência dos mais preocupados com a causa, como diz o Jairo Marques, dos “Malacabados” como eu deveria ser, até pela função social do jornalista, pois precisava e preciso divulgar mais as peripécias das pessoas que Deus fabricou no fim do expediente ou por um a caso se mal utilizaram e ficaram com defeito.

Mas o que não pode é usar causa dos “Malacabados” para a autopromoção, como já vi acontecer, como, por exemplo, criar um site para fazer a divulgação de atividades relacionadas à pessoa com deficiência e encher este espaço com seu próprio nome só porque é dirigente de entidade representativa dessa minoria da sociedade.

Até fui convidado para escrever no tal site, mas realmente não me identifiquei com a ideia e acabei partindo para projetos que julguei mais interessantes para a minha vida profissional.

Entendo que esse tipo de política social deve ser sustentada por meio de atividades sociais que estimulem a integração entre os “Malacabados” e entre eles e as pessoas “bemacabadas”, não promover eventos que fiquem em assuntos burocráticos para definir quem serão os ASPONE’s.

As entidades devem existir sim, até para nos representar juridicamente perante as questões legais, mas não devem ficar somente nelas e sim a responsável da organização de eventos e projetos de integração, como eventos esportivos, atividades culturais, entre outras. Pois assim entidade também ganha em credibilidade no meio das pessoas com deficiência e o restante da sociedade.

Obs: vale um clique lá no blog do Jairo, galera. E se Jairo aparecer por aqui: meu caro, usei seus termos, mas dei o devido crédito.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Assuntos atrasados

Amigos internautas, devido a essa mudança de endereços do blog, que também mexi no “template”, agora com novos recursos para medir a audiência do Reflexão.

A maioria dos assuntos que ficaram para trás foram sobre futebol. Para começar, no domingo, eu fui ao “Martins Pereira”, estádio municipal daqui de São José dos Campos, para ver a Águia do Vale vencer o, até então invicto, América por 2 a 0 e assumiu a liderança da Série A2. Fazia muito tempo que não ia ao “Martins”, mas tudo continua do mesmo jeito, inclusive, o espaço reservado para cadeirantes, bastante acessível e muito bom para ver o gramado e consequentemente o jogo. Além de tudo, o São José venceu e jogou bem. Valeu a pena

A terça-feira foi marcada futebolisticamente pelo encontro das duas maiores seleções do mundo, lá na Inglaterra. Gente, fazia tempo que não via a Seleção Brasileira jogar tão bem, (mas só na primeira metade da partida) e a seleção italiana tão mal (o jogo todo), aquela zaga do time azul não era de confiança, cometeu erros que há tempos não via uma defesa selecionada jogar tão mal.

Ontem, teve mais um jogo do São José no “Martins”, mas desta vez eu não fui, tinha um compromisso no mesmo horário e fiquei impossibilitado até de ouvir pelo rádio. Mas o importante é que a Águia venceu pela quarta vez seguida, por 2 a 1 de virada da Catanduvense e assumiu a liderança isolada da competição. O curioso da partida foi a ausência do técnico do time visitante. Ele foi preso pela policia militar por falta de pagamento de pensão alimentícia (“Eita nóis!!!”) .

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Escrever em blog


Gente, apesar de já ter dois anos e meio escrevendo em blogs, ainda sinto dificuldades para mantê-lo atualizado e com assuntos que interessem a vocês e não somente a mim.

Neste sentido, resolvi “estudar”, aliás, é sem aspas mesmo, o conceito de blog e de uma forma jornalística (o foco principal deste espaço) correta de se fazer tudo isso.

Escrever sobre esporte, política, mídia ou desenvolvimento social é escrever assuntos de meu interesse, no máximo, de um número restrito de amigos e contatos que tenho e são ligados a estes temas.

Sinto que os textos e discussões aqui publicados precisam ter um interesse público (e não DO público), mas não adianta eu escrever sobre o que todo mundo vê por aí, como por exemplo, Aquecimento Global, Crise Mundial ou mesmo o Campeonato Paulista ou Brasileiro de futebol.

Está cheio de profissionais habilitadíssimos e reconhecidos para comentar cada um desses assuntos, e ser mais um na blogosfera é não passar da mediocridade jornalística na web.

Fazer jornalismo pela internet é monstruosamente fácil e barato, com o acesso à rede mundial de computadores e uma busca no famoso Google, qualquer um está diante de um leque gigantesco de assuntos para se abordar. Escolher o tema e ir ao site de blogs gratuitos , dar cinco cliques e um nome que se diferencie dos demais e está aberto mais um ciberespaço para a publicação de textos, fotos e vídeos.

Assim, não é preciso frequentar quatro anos de faculdade, muitos trabalhos e o famigerado Trabalho de Conclusão de Curso para se fazer jornalismo na web.

Minha eterna pergunta é como ser diferente, original, profissional, global e atingir o desejo público que não está somente na minha cidade, no meu estado e nem mesmo no Brasil, mas sim em todo o planeta? É complicado.

Eu decidir que vou escrever sobre só sobre assuntos da minha cidade é ignorar a realidade da blogosfera, mas se eu escrever sobre assuntos mais amplos, vou ter que pesquisar no Google, ou seja, já está na internet para ser lido por todos os internautas. Até mesmo o assunto deste desabafo partiu de uma busca que fiz na gigante da internet para saber como fazer jornalismo em um blog.

Sei que não é assim, com este post, que vou resolver o meu dilema, ainda preciso aprender muito sobre a web, o jornalismo e a junção de ambos, mas isso já estava me incomodando demais e decidi compartilhar com vocês isso

É, o post ficou longo, mas já adianto, não escrevi quase nada do que penso a respeito de como trabalhar na internet, outro dia tem mais.

Autor

Luís Daniel da Silva, 23 anos, jornalista e blogueiro.

Nascido em um sábado, 23 de fevereiro de 1985, às 9:15 da manhã, em São José dos Campos, SP, Brasil

Formado em jornalismo pela Universidade do Vale do Paraíba, em 2007. Teve como Trabalho de Conclusão do Curso uma Grande Reportagem impressa sobre o Transporte para a pessoa com deficiencia em São José dos Campos e obteve a nota máxima.

Possui deficiência física e anda numa cadeira de rodas desde os sete anos, quando seus pais compraram a primeira. Hoje tem uma cadeira motorizada que usa para espaços grandes e quando se consegue coloca-la dentro de um carro, o que é difícil, porque ela é pessada.

Escreve em blogs desde agosto de 2006.

Gosta de escrever sobre esporte e política, mas outros assuntos também chamam sua atenção e ele resolve escrever sobre eles. O importante é escrever e bem.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

De volta ao blogger

Primeiramente, quero pedir desculpas e a compreensão de todos pela minha indecisão na escolha do servidor do meu blog. Tentei fazer uma experiência de ter um blog em domínio próprio, usando o sistema WordPress, mas reconheço que não foi das melhores.

Primeiramente, porque ele não é em português e mesmo tendo certo conhecimento na língua inglesa, às vezes me atrapalhava, além de ser arquivada em “ingreis” e isso me incomodava bastante, pois era estranho ler os textos em português e as datas em outro idioma.

Outro fator que me trouxe de volta Blogger foi que este está se tornando uma grande comunidade de blogueiros jornalistas (ou jornalistas blogueiros) e ao estar por aqui me facilita para ser encontrado

Ainda não consegui importar os posts do wordpress para o Blogger, mas se o sistema do Blogger não der mais “erro” vou traze-los para cá. Enquanto isso, para quem quiser ler os textos que publiquei de novembro de 2008 a semana passada pode acessa-los aqui.



 
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