quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Novos caminhos do transporte

Nesta manhã, estava acompanhando o Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, apresentado por Cláudio Nicolini e ele entrevistava o prefeito reeleito de São José Eduardo Cury (PSDB).

Entre as perguntas, um ouvinte do Jardim Pararangaba, região leste, queria saber como ficarão as adaptações dos pontos de ônibus para os cadeirantes , pois atualmente tem-se dificuldade para se acessar os veículos por falta de condições dos pontos.

O prefeito garantiu que essas adaptações deverão acontecer, mas não definiu quando.

É verdade. De que adianta ter os ônibus adaptados se não há condições de acesso e deve acontecer o mais rápido possível?

Um outro aspecto que me surgiu esses dias, é se a empresa que vai assumir o lote em aberto se comprometerá em ter 100% dos veículos adaptados assim como a Expresso Maringá e a Julio Simões fizeram. Pois os cidadãos que serão atendidos pela nova empresa não podem ser prejudicados caso ela só adaptar uma parte de sua frota.

A prefeitura pode recomendar para que a futura empresa tenha a mesma atitude das empresas atuais?

1 Comentário:

Michell Niero disse...

Você, como protagonista, sabe o quanto existe de falácia envolvendo políticas de acessibilidade. Infelizmente há, seja no setor privado, seja no setor publico.

Analiso, por exemplo, as portas de faculdade daqui da capital. São caóticas, situação essa agravada umas cem vezes para os cadeirantes. E é engraçado que muitas destas instituições de ensino fazem propaganda, alarte acima de alarde, sobre as políticas de responsabilidade social mantidas. Puro confete,desgraçadamente.

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