segunda-feira, 14 de abril de 2008

São Paulo 2 x 1 Palmeiras

Antes de tudo: Paulo César de Oliveira errou e tem errado muito. Pode ter definido o campeonato.

Num jogo onde o favoritismo era todo palmeirense. Treinou a semana inteira para aquela partida. O São Paulo foi ao Chile na quinta-feira e perdeu para o Audax na Libertadores.

O jogo começou igual, mas aos 11 minutos o lance capital (talvez do campeonato). Jorge Wagner cruza a bola para a mão de Adriano abrir o placar. A assistente Maria Elisa Barbosa não assinala nenhuma irregularidade e Paulo César de Oliveira confirma o gol.

O gol mudou história da partida, por diversos motivos. Os jogadores palmeirenses se abalaram, se irritaram totalmente com a arbitragem e os são-paulinos tomaram conta da situação. Daí por diante, o São Paulo dominou o primeiro tempo. Como disse Mauro Beting na transmissão da Radio Bandeirantes de São Paulo, o Palmeiras era quem parecia ter viajado e perdido no meio de semana e não o tricolor.

Aos 23 minutos, um lance onde a arbitragem prejudicou mais uma vez o time alviverde. Kleber arrancou sozinho até a entrada da área quando foi obstruído por Hernanes. Paulo César de Oliveira nem falta marcou e poderia muito bem ter expulsado o volante tricolor.

O segundo tempo mal começou e Adriano, em uma arrancada fulminante, passou fácil pela defesa do Palmeiras e fez seu décimo primeiro gol no Campeonato Paulista, este sem nenhuma dúvida em quanto à regularidade da jogada.

O Palmeiras, apesar do revés, melhorou no jogo, equilibrou nas jogadas de ataque e domínio de bola, mas ainda com um maior perigo do dono do estádio.

Aos 41 minutos, novamente a assistente Maria Elisa Barbosa prejudica o Palmeiras. Ela marcou um impedimento inexistente do atacante Alex Mineiro.

No fim do jogo, o zagueiro são-paulino Alex Silva derrubou Lenny na grande área e Paulo César de Oliveira assinalou o pênalti acertadamente. Alex Mineiro, vice-artilheiro do Paulistão, cobrou a falta máxima e diminuiu a vantagem do time de Adriano. Agora, uma vitória simples vale para o Palmeiras no Palestra Itália no domingo que vem, mas o empate é tricolor.

Observações comportamentais pós-jogo: Adriano praticamente confessou o gol de mão aos repórteres dentro de campo. (Por outros compromissos não pude acompanhar as coletivas de imprensa de nenhum time, só sei das entrevistas dentro de campo).

Ficaram claros os erros de arbitragem, não era preciso ser árbitro para ver o que aconteceu no Morumbi. Paulo César alegou interpretação no lance do gol irregular. Era mais fácil ele dizer que não viu Adriano tocar a mão na bola, ou para ele, a bola tocar na mão de Adriano.

Os jogadores e cartolas palmeirenses não se excederam nas reclamações contra a arbitragem e foram exemplos para os adversários que são mestres nestes aspectos.

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