sábado, 26 de abril de 2008

Por quê, Trans1000?

Quando todo mundo pensava que tudo estava definido no futuro do transporte coletivo de São José, o surpreendente recuo da Trans1000 põe em risco a conclusão do certame neste ano.

A empresa Trans1000 tem como sócio, Renê Gomes, o mesmo que aparece em sociedade nas empresas que operam atualmente na cidade - Capital do Vale, São Bento e Viação Real.

A Secretaria de Transporte deve notificar a Trans1000 na próxima segunda-feira que tem até terça-feira para esclarecer o ocorrido.

A prefeitura já estuda alternativas para uma possível substituição da Trans1000, como uma nova licitação. As demais opções seriam contratar outra empresa em caráter emergencial ou dividir o lote da Trans100 com as duas empresas que cumpriram todos os passos do processo.

As empresas Expresso Maringá e Júlio Simões devem assumir seus lotes a partir da segunda quinzena de agosto.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Mudanças no "dial" joseense (parte 2)

De acordo com informações apuradas por este blog, a rádio 975 deixará de existir dentro de algum tempo, não se sabe quando isso acontecerá. Mas em seu lugar (na freqüência 97,5 FM), entrará uma outra marca do Grupo Bandeirantes, a Nativa FM.

A Nativa FM faz parte do segmento "popular", ou seja, toca música de todos os gêneros. Ela concorrerá com a rádio Planeta Diário FM.

Em relação à Stereo Vale, embora alguns detalhes precisem ainda ser definidos, a marca que está há 30 anos na cidade deve continuar no ar, sem mudanças muito drásticas de programação.

sábado, 19 de abril de 2008

Primeira Camisa estréia com goleada sobre o Joseense

Na estréia do Primeira Camisa do futebol profissional, o time goleou por 5 a 0 o Atlético Joseense, pela primeira rodada do Campeonato Paulista da 2ª Divisão.

Este jogo entra para a história do futebol profissional de São José dos Campos, este foi o primeiro confronto entre dois times da cidade, válido por um campeonato organizado pela Federação Paulista de Futebol.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Mudanças no "dial" joseense

Para quem ainda não soube. O Grupo Bandeirantes do Vale do Paraíba assumiu no final do mês de março os departamento comercial e artístico da Stereo Vale FM.

Esta semana, os ouvintes da Stereo Vale começaram a sentir a diferença na programação da rádio. Robson Miller, Christian Santana e outros dois locutores que faziam horários aos fins de semana foram demitidos.

Para seus lugares, os locutores Shirley Souza, Clayton e Beto Gomes, todos da 975FM, pertencente ao Grupo Bandeirantes e uma das principais concorrentes da Stereo Vale no segmento jovem na cidade.

O locutor Pedro Alberto, que trabalhou na extinta RD90 FM, tem feito o programa Euquesei.com, ao lado de Priscila Souza. Até a semana passada, Miller e Priscila comandavam a atração da rádio da hora do almoço.

Concorrência – Como Grupo Bandeirantes já possui a rádio 975 FM no segmento jovem, agora ela tem duas freqüências voltadas para o mesmo público. Tudo leva a crer que uma delas deverá migrar para outro segmento.

Até o momento, este blog não tem informações em relação a novas mudanças, mas muita coisa deve mudar na Stereo Vale nos próximos dias.

Reação – Na comunidade da Stereo Vale no site de relacionamentos orkut, os ouvintes lamentam as alterações na programação e esperam que não haja mudanças drásticas.

Histórico – Em junho do ano passado, a Stereo Vale completou 30 anos no ar em São José dos Campos. Ela foi a primeira rádio FM da cidade e por isso tem slogan “Stereo Vale. A primeira FM”. Atualmente ela atua no segmento “jovem” e tem como principais concorrentes a 975 FM e Jovem Pan FM.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

CPI do Parapan

Eu fui olhar os destques do Comunique-se agora há pouco e um pequeno destaque me chamou atenção.

A estréia do blog do Paulo Vitor no Lancenet!. E ele escreve sobre esporte paraolímpico com o nome Espaço Paraolímpico.

Lá eu descobri um assunto interessante: uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal do Rio de Janeiro para apurar irregularidades no evento.

A nota afirma que a CPI está de volta. (É, eu não sabia que havia sido criada uma)

Pois bem, a comissão voltará a investigar a legibilidade do distrato da empresa de assistência médica com o comitê organizador do evento.

Nem tudo são flores no "Reino da Dinamarca".

segunda-feira, 14 de abril de 2008

São Paulo 2 x 1 Palmeiras

Antes de tudo: Paulo César de Oliveira errou e tem errado muito. Pode ter definido o campeonato.

Num jogo onde o favoritismo era todo palmeirense. Treinou a semana inteira para aquela partida. O São Paulo foi ao Chile na quinta-feira e perdeu para o Audax na Libertadores.

O jogo começou igual, mas aos 11 minutos o lance capital (talvez do campeonato). Jorge Wagner cruza a bola para a mão de Adriano abrir o placar. A assistente Maria Elisa Barbosa não assinala nenhuma irregularidade e Paulo César de Oliveira confirma o gol.

O gol mudou história da partida, por diversos motivos. Os jogadores palmeirenses se abalaram, se irritaram totalmente com a arbitragem e os são-paulinos tomaram conta da situação. Daí por diante, o São Paulo dominou o primeiro tempo. Como disse Mauro Beting na transmissão da Radio Bandeirantes de São Paulo, o Palmeiras era quem parecia ter viajado e perdido no meio de semana e não o tricolor.

Aos 23 minutos, um lance onde a arbitragem prejudicou mais uma vez o time alviverde. Kleber arrancou sozinho até a entrada da área quando foi obstruído por Hernanes. Paulo César de Oliveira nem falta marcou e poderia muito bem ter expulsado o volante tricolor.

O segundo tempo mal começou e Adriano, em uma arrancada fulminante, passou fácil pela defesa do Palmeiras e fez seu décimo primeiro gol no Campeonato Paulista, este sem nenhuma dúvida em quanto à regularidade da jogada.

O Palmeiras, apesar do revés, melhorou no jogo, equilibrou nas jogadas de ataque e domínio de bola, mas ainda com um maior perigo do dono do estádio.

Aos 41 minutos, novamente a assistente Maria Elisa Barbosa prejudica o Palmeiras. Ela marcou um impedimento inexistente do atacante Alex Mineiro.

No fim do jogo, o zagueiro são-paulino Alex Silva derrubou Lenny na grande área e Paulo César de Oliveira assinalou o pênalti acertadamente. Alex Mineiro, vice-artilheiro do Paulistão, cobrou a falta máxima e diminuiu a vantagem do time de Adriano. Agora, uma vitória simples vale para o Palmeiras no Palestra Itália no domingo que vem, mas o empate é tricolor.

Observações comportamentais pós-jogo: Adriano praticamente confessou o gol de mão aos repórteres dentro de campo. (Por outros compromissos não pude acompanhar as coletivas de imprensa de nenhum time, só sei das entrevistas dentro de campo).

Ficaram claros os erros de arbitragem, não era preciso ser árbitro para ver o que aconteceu no Morumbi. Paulo César alegou interpretação no lance do gol irregular. Era mais fácil ele dizer que não viu Adriano tocar a mão na bola, ou para ele, a bola tocar na mão de Adriano.

Os jogadores e cartolas palmeirenses não se excederam nas reclamações contra a arbitragem e foram exemplos para os adversários que são mestres nestes aspectos.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

A hora da verdade

Por Sérgio Patrick

Serão três jogos decisivos em 10 dias.

Domingo, 13/04: São Paulo x Palmeiras (semifinal 1 do Paulistão).

Domingo, 20/04: Palmeiras x São Paulo (semifinal 2 do Paulistão).

Quarta, 23/04: São Paulo x Nacional de Medellín (última rodada da 1ª fase da Libertadores).

Se voltarmos atrás, veremos que os últimos 10 dias não foram nada fáceis. Em campo, uma vitória sobre o Juventus e a classificação para a fase final do estadual, e uma derrota para o Audax Italiano e a perda da liderança no grupo 7 da Libertadores.

Fora dele, problemas internos, suspensões, versões duvidosas e desmentidos.

Ano passado, este foi o momento mais difícil do ano. Eliminado no Paulistão com goleada para o São Caetano, o tricolor caiu também na Libertadores diante do Grêmio. Por pouco os resultados não acabaram com o trabalho do técnico Muricy Ramalho, que se recuperou e arrancou para o bi brasileiro.

O time entra em desvantagem no duelo contra o rival Palmeiras no Paulistão. Na Libertadores, precisa vencer o último jogo na 1ª fase. Não basta empatar, ou a equipe pode ser ultrapassada pelo Audax. A pressão é por, no mínimo, duas vitórias. É hora de mostrar que o planejamento para este semestre não foi equivocado e que o elenco, mesmo em número menor do que o desejado por Muricy, dará conta do recado em duas competições importantes.

(http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/opiniao/blog_do_patrick/index.html)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Coligação tucana e conversa petista

Ontem, o PSDB e o PTB firmaram a aliança para a tentativa de reeleger o prefeito Eduardo Cury (PSDB).

Nas eleições de 2004, o PTB se aliou à oposição tucana, ou seja, o PT.

Segundo o jornal Vale Paraibano, estiveram presentes no evento cerca de 40 pessoas e ocorreu no diretório municipal do PSDB;


Hoje, pode ser firmado mais um apoio ao prefeito de São José com o PHS. Este também foi adversário político no pleto passado, quando se coligou ao PDT.

PT - O deputado estadual Carlinhos Almeida (PT), que deve ser o candidato de seu partido ao Paço Municipal de São José se encontrou com o Itamar Cóppio (PMDB) para uma possível aliança na cidade.

Itamar confirmou o interesse em se coligar ao PT joseense, principalmente pelo partido ser aliado do PMDB em nível nacional, além de poder apoiar o mesmo na prefeitura da capital este ano.

O peemidebista não descarta a possibilidade do partido se aliar ao PSDB, com o qual tem conversa agendada. A terceira alternativa seria uma candidatura própria, que tem três nomes fortes na disputa interna: Itamar Cóppio, Luiz Carlos Pêgas e Marco Antônio Raupp.

Agora resta saber com quem a "Mrnininha Bonita" vai ficar.

terça-feira, 8 de abril de 2008

UnB, Isabella, Dossiê: tudo de uma vez só

Os três principais assuntos da mídia nacional pertencem ao eixo São Paulo-Brasilia. Alias, a Capital Federal foi concebida para ter assuntos em pauta. E São Paulo é assunto por si só, coisas da quinta maior cidade do mundo, ela manda e desmanda no mundo comercial.

UnB
Desde o protesto que resultou no impeachment do ex-presidente Fernando Collor, não vi nenhuma manifestação estudantil que chamasse tanta atenção. Atualmente este tipo de atitude é raridade, bem diferente de décadas atrás, quando os estudantes universitários tinham voz ativa na sociedade brasileira.

Derrubar o reitor de uma das maiores universidades do país seria no mínimo um indício de que as revoltas dos jovens ainda não morreram. Embora, seja um fato esporádico aqui, outro ali.

Os estudantes tupiniquins precisam voltar a se indignar com os atos dos governantes e não aceitar suas decisões e ainda beijar a mão deles. Mas para que isso volte a acontecer, a cultura estudantil de protestar deve ser resgatada. Entretanto, o Brasil foi influenciado por uma onda anti-protesto.

Isabella
É inútil explicar quem é (ou melhor, quem foi) Isabella. Todos que assistiram a pelo menos a um jornal de âmbito nacional na última semana, com certeza ouviu falar de Isabella.

Um assassinato chocante. Perfeito para um sensacionalismo digno da mídia capitalista brasileira. Capaz de condenar ou absolver os envolvidos antes mesmo das investigações policiais começarem.

Agora, não adianta reclamar de sensacionalismo, porque todos se sensibilizaram com o tema. Mas uma coisa é certa, é só alguém fazer algo inusitado que todos se esquecem.

Coitada da pequena Isabella. Não merecia nada disso. Ser brutalmente assassinada, se tornar assunto sensacionalista em rede nacional e depois ser esquecida em meio a outras notícias que virão. Quem duvida é só se lembrar de João Hélio.

Dossiê
Bom, se os políticos não estivessem em pauta, algo estava errado. Eles estão ali para isso mesmo. Em vez votar a reforma tributária ou a reforma política (isso eles não votam mesmo e todos sabem o porquê). Eles adoram uma notícia de bastidores para obstruir (termo deles) o que realmente é importante para a nação.

Dois grandes e dois pequenos

As semi-finais do Campeonato Paulista será disputada por dois times do interior e dois da Capital. A única certeza é que a final terá um grande e um pequeno.

Os paulistanos consideram a semi-final entre o São Paulo e o Palmeiras a final antecipada do campeonato. Mas os guaratinguetense e a metade alvinegra campineira (a outra metade é alviverde) têm certeza de que não tem nada disso.

Nessa disputa quem está no meio é a mídia (olha a redundância, menino!). Cada veículo quer o pote do mel do seu lado.

Por aqui, no Vale do Paraíba, todo mundo aposta no Guará, senão para levar a taça, mas pelo menos para dar maior trabalho aos grandes da Capital.

Na semi-final caipira, o vale paraibano aqui acha que a Garça vence a Macaca.

Já na metropolitana, o coração tricolor quer o São Paulo lá, mas ele sabe que o páreo é duro. A trupe de Luxemburgo tem feito um excelente trabalho.

Guará x São Paulo é um palpite do coração e um pouco de razão, porém não seria aberração qualquer outro confronto.

Se o Guará vencer, não será surpresa para quem gosta de futebol. O clube só não pode cair no oba-oba, como aconteceu recentemente com o São Caetano.

Agora é só esperar o fim de semana.



 
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