segunda-feira, 31 de março de 2008

Uma Garça e uma Águia

Seria muito bom começar este artigo com as vitórias de Guaratinguetá e São José e assim a classificação deles para as próximas fases de seus campeonatos. Porém nem tudo sai como o esperado.

O Guará cumpriu seu papel. Venceu o quase rebaixado Sertãozinho por 2 a 0, em casa. Com 37 pontos, assiste à última rodada de camarote, ao lado do Palmeiras.

A campanha deste ano mostra que a conquista do torneio do interior em 2007 não foi por acaso. Além dos acessos anteriores.

Um conceito diferente para administrar o futebol, como empresa, que tem estes excelentes resultados num clube com menos de uma década de vida.

O Guará encerra a primeira fase na luta para manter a liderança contra o Ituano em Itu, no próximo domingo.

Como nada é perfeito, a Águia do Vale perdeu mais uma vez e corre risco de não passar para a segunda fase.

O time que tem obtido resultados negativos nas ultimas rodadas, ainda está no G8 da A2, mas corre riscos de perder a vaga, principalmente com o mau futebol apresentado contra a Inter de Limeira, o Comercial e Olímpia.

A 19ª rodada é a derradeira para o time de São José dos Campos satisfazer sua torcida que tem feito a sua parte

sexta-feira, 28 de março de 2008

Mota e a reforma política

Em entrevista ao jornalista Cláudio Nicolini, no jornal Bandeirantes Gente da Rádio Bandeirantes de São José dos Campos, na manhã de hoje, o vereador Luiz Carlos Mota (DEM) fez um comentário interessante sobre como ele que deveria ser alguns pontos da reforma política brasileira.

Primeiro: todas as eleições acontecerem de uma vez só. Do vereador ao presidente da república, todos seriam eleitos no mesmo dia. Assim, segundo ele, dimimuiria os gastos com as eleições, para isso, padronizar os períodos dos mandatos. Mota sugeriu seis anos.

Segundo: o voto distrital, já bastante discutido na mídia. "Se o voto fosse distrital, uma cidade como São José dos Campos elegeria dois ou três deputados federais e três ou quatro estaduais. E não um de cada como temos hoje", afirmou o democrata.

Terceiro: todos os níveis elegíveis terem direito a somente uma reeleição. Como acontece com o Poder Executivo, cada político do Legislativo só poderia se reeleger uma vez. Desta forma, evitaria que um vereador ou deputado fosse um profissional da política. Atualmente, esses cargos permitem que o indivíduo permaneça por tempo indeterminado.

A discussão é boa, o que você acha que deve acontecer?

Mais uma rodada para o tricolor e a águia

Todos por aqui já devem ter percebido que escrevo sobre futebol, meus assuntos sempre são o São Paulo e o São José. Mas razões são óbvias. E hoje não será diferente, porém já estou me enjoando.

Não pelo futebol em si, mas pela qualidade técnica apresentada por eles nos últimos tempos.

Como disse num post esses dias, o problema tricolor é o "oba-oba" da direção que se acha o Milan da América Latina, se bem que o clube italiano não está grandes coisas nesta temporada também. Vide o quinto lugar no nacional deles.

O tricolor só tem se dado bem ainda porque tem um resto de planejamentos anteriores. Na 17ª rodada, a vida do São Paulo foi fácil, enfrentou o Sertãozinho em casa e venceu por 3 a 1 e nas rodadas seguintes não deve ter dificuldades para se classificar, só perde para ele mesmo.

Já na Série A2, a vida da Águia se complica a cada dia. Foi hoje a Ribeirão Preto e perdeu para o fraquíssimo Comercial por 2 a 1. A situação não é boa, porém ainda está no G8.

O futebol do São José é insuficiente para grandes aspiraçãoes em 2008 se continuar assim.

Mudando de assunto

Quem o Lula pensa que é para mandar no Bush? Nem a ONU consegue, imaginem um barbudo que não mete medo em ninguém.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Futebol e Política não se misturam

Eu sempre digo que não se deve misturar futebol (esportes em geral) com política. Mas aqui em São José isso é visto de maneira diferente por seus vereadores.

O jornal valeparaibano publica hoje em sua página cinco uma reportagem o uso do poder público para arrecadar dinheiro para o São José Esporte Clube e tudo às claras, em frente a antiga Câmara Municipal.

O repórter Luiz Cláudio de Souza flagrou o vereador Robertinho da Padaria (PPS) e mais três assessores entregando panfletos à população com o objetivo de angariar sócios para a Associação Amigos do São José (AASJ).

De acordo com a reportagem, eles entregavam os panfletos em horário de expediente. O que, segundo alguns advogados, caracteriza improbidade administrativa. Os assessores não podem ter outras atividades particulares em horário de expediente.

Além de vereador, Robertinho da Padaria é diretor de futebol do clube e membro da AASJ. A atitude dele de ajudar o São José é louvável, mas usar seu cargo público para isso não considero a mais correta.

Robertinho afirmou à reportagem que seus assessores estavam a serviço da cidade. Porém o clube não pertence ao poder público e assim seu argumento não é dos mais sustentáveis. Pois usar a posição pública para fins particulares não é peculato? Deveriam ler jornal ou assistir a telejornais. Há vários políticos com processos nas costas por causa disso no esquema do “Mensalão”.

O mesmo vereador trava uma briga com o prefeito Eduardo Cury (PSDB), pois ele argumenta que a prefeitura não quer ceder um poli esportivo para o Clube que é diretor.

Pelo que me consta, a prefeitura não pode ter participação em modalidades esportivas profissionais, como é o caso do São José Esporte Clube. O poder público só pode apoiar modalidades amadoras, assim como a prefeitura joseense faz por meio do Fadenp (Fundo de Amparo ao Desporto não-profissional).

Então, não adianta Robertinho reclamar que a prefeitura é ausente nos problemas do São José Esporte Clube, ela simplesmente é impedida de fazer.

Os políticos da cidade precisam para com esta mentalidade provinciana de que o poder público precisa ajudar um clube esportivo. Ele necessita de investidores particulares que acreditam no potencial dele.

segunda-feira, 24 de março de 2008

CQC Custe o que custar

Já tinha ouvido falar no programa CQC (Custe o que custar). Ele estreiou na Band na semana passada. Comandado pelo inteligente jornalista Marcelo Tas, de quem sentia muita falta na TV.


O programa apresentou uma reportagem a respeito da acessilidade do transporte público paulistano, de maneira sarcástica e inteligente, mostrou as difiiculdades das pessoas com deficiência subir num metrô na maior metrópole brasileira.


Ela me fez lembrar do meu TCC (Trabalho de conclusão de curso) e das dificuldades que temos por aqui.


Me lembrei de uma história que aconteceu comigo certa vez que fui passear na Capital Paulista.


Quando estava no primeiro ano da faculdade (2004) fui vistar a TV Globo de lá. Após termos saído das dependências da emissora, o professor Filipe e eu fomos com um grupo de alunos ao Shopping Morumbi comer alguma coisa.


Em certo momento, em nossa aventura na "Selva de Pedras" (Vulgo caminho até o estabelecimento comercial) nos deparamos com um cruzamento. Encontramos uma parte da guia rebaixada e descemos por ela. Quando estávamos no meio da faixa observamos um detalhe muito importante. Não havia guia rebaixada do outro lado da rua (dá pra acreditar???).


Fiquei impressionado com a situação. Tivemos que procurar algum lugar mais baixo para subir a cadeira.


Desde aquele dia me pergunto como uma pessoa foi capaz de projetar uma situação dessa. Eu só passei uma vez por aquele lugar e já fiquei estarrecido. Imagino as pessoas com deficiência que passam por ali todos dias.

O poder poítico do Esporte

Eu não era nem projeto de ser humano quando os ditadores brasileiros usaram a comquista brasileileira ddo tricampeonato de futebol no México. Mas pelo que li e já me contaram foi extremamente utilizado por eles como cartaz político para seus ideais.

Nem mesmo meu pai havia nascido quando Hitler quis provar a soberania da "raça ariana" perante ao mundo, nas Olimpíadas de Berlin em 1936. Quando um negro norte-americano (Jasse Owens) conquistou quatro medalhas de ouro no atletismo. Hitler não teve coragem de permanecer na arena para entregar a premiação do norte-americano negro.

Segundo os tibetanos, o governo ditatorial chinês está usando as Olimpíadas de Pequim, em agosto, para impor seu poder. Tudo bem, não concordo com nenhum tipo de ditadura, mas é comum eventos esportivos de grandes proporções serem usados como demonstração de poder pelos governantes, principalmente o ditatoriais.

Dalai Lama prega a paz e não consigo entender porque os tibetanos estão fazendo guerra armada para combater o sitema político Chinês.

domingo, 23 de março de 2008

Futebol de Páscoa

É, realmente meu lado pessoal tomou conta nos últimos tempos.

Não tenho conseguido nem acompanhar as rodadas de futebol. Fui descbrir que o jogo do São Paulo era o da TV aberta quando meu primo me disse minutos antes das 4 horas da tarde.

Consegui ver o primeiro tempo. Parecia um treinamento de ataque (São Paulo) contra defesa (Guarani).

Era de se esperar em um jogo onde um time sonha em comprar um avião da Embraer para não sofrer com os problemas aéreos, enquanto o outro precisa leiloar o próprio estádio para sanar as dívidas.

Mas o ataque não era tão certeiro e a defesa segurou a barra no primeiro tempo.

No segundo, saiu o gol, só consegui ver essa parte.

Muricy fez uma substuição. Tirou Carlos Alberto e colocou um terceiro atacante, Borges. Ele mal entrou em campo, botou o pé na bola e marcou um gol. Um golaço. O sétimo na temporada.

Assim o São Paulo passou pelo Guarani.

Ainda do Paulsta, Num jogo feio, seguundo o Mauro Beting, o Corinthins fez sua parte e venceu o Rio Claro por 1 a 0. O Palmeiras, dos grandes, o maior favorito ao título, ganhou do Paulista por 2 a 0, o. O Santos veio ao Vale do Paraíba e desbancou o líder Guará por 1 a 0 e ainda corre por fora nas semi-finais.

Por falar (escrever) no Vale do Paraíba, ontem à noite, a Águia do Vale tropeçou diante do lanterninha Inter de Limeira na Série A2. Ele empatou por 1 a 1. Perdeu um pênalti, dois pontos em casa e a chance de quase garantir a vaga na próxima fase.

Fico por aqui. Uma boa Páscoa a todos.

sábado, 22 de março de 2008

Os políticos lêem mais jornal

Páscoa: tempo de repensar a vida, em todos os sentidos e estou aproveitando este feriado para fazer isso.

Mas como jornalista, não posso deixar de acompanhar o que acontece por aí. Entrei no site do Comunique-se agora pouco e encontrei uma nota inteiressante da Redação deles.

Segundo o portal, uma pesquisa realizada pela agência FSB Comunicações afirma que os deputados federais brasileiros são infuenciados pela mídia.

Com toda a velocidade dos veículos eletrônicos na atualidade, os jornais impressos são ainda os lidos pelos políticos. Entre eles estão a Folha de S.Paulo (84,7%), seguido de O Globo (48,6%), Estadão (32,9%) e Correio Braziliense (32,1%).

As revistas estáo em segundo lugar, depois a televisão, seguido da internet e do rádio.

Percebi que o politico brasileiro ainda prefere os veículos de comunicação mais tradicionais, agora não sei se isso é bom ou ruim.

As informaçãos da pesquisa foram retiradas desta reportagem.

Em tempo
Hoje é aniversário de uma grande amiga e jornalista, por quem tenho muito carinho, e aqui quero deixar meus desejo de felicidades a ela. Parabéns, Priscila!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Goleiro Willians, o salvador da pátria

São José foi ao ABC e garantiu um empate contra o Santo André, por 0 a 0.

O maior responsável por isso foi o goleiro Willians, que segurou o ataque do líder da A2.

Mais do jogo no Informativo da Águia.

O próximo adversário é a Internacional de Limeira, em casa, às 19h, sábado.

Desabafo de um tricolor

Todos que lêem este blog, (será que alguém lê isso mesmo?) sabem que sou são-paulino desde um longínquo 1993, com o bicampeonato mundial, num jogo contra o Milan, no Japão. Acordei de madrugada para a conquista comandada pelo saudoso mestre Telê Santana.

Em 1994, quase ele conseguiu o tricampeonato consecutivo da Libertadores, mas um goleiro paraguaio chamado Chilavert acabou com o sonho tricolor.

Desde então, as conquistas do São Paulo se baseou em Campeonatos Paulista que dividia alternadamente com seu maior rival, o Corinthians e isso aconteceu por quase 10 anos alternadamente.

Em 2003, por causa de uma boa campanha no Campeonato Brasileiro, o primeiro em pontos-corridos, se classificou para a Libertadores de 2004. Ali ele começou a demonstrar que voltava para o cenário nacional e internacional. Não tinha um time de estrelas, com exceção do goleiro-artilheiro Rogério Ceni, era um clube que se planejava.

Em 2004, ele já era notado por todos como um dos melhores do país. Caiu no mata-mata do torneio continental, mas conquistou novamente a vaga para 2005 com outra boa campanha no nacional.

O ano mágico foi 2005, começou com a conquista de mais um Paulista, o planejamento mostrava o ápice dos resultados. A Libertadores era objeto de maior cobiça, pois bem, depois de uma ótima participação, levou a taça para o Morumbi e o passaporte para o Japão em busca de outro tricampeonato, agora com a chancela da Fifa. Foi ao país do sol nascente e com um gol de Mineiro, bateu os ingleses do Liverpool. Não teve uma boa campanha no Brasileiro, mas depois desses resultados obtidos, o nacional não fez diferença.

Com a vaga conquistada com o titulo do ano anterior, ele se tornou o favorito para vencer o torneio continental mais uma vez. Mas encarou pela frente o excelente time do Internacional de Porto Alegre e perdeu a taça. O Campeonato Brasileiro passou a ser a meta e com três rodadas de antecedência levou o tetra nacional. Tudo isso era fruto do melhor planejamento de clubes do país

Chegou 2007 e a soberba também. Os dirigentes tricolores se achavam os donos do Brasil, que todo jogador queria jogar no São Paulo e tudo mais. Teve uma participação medíocre (de médio) na Libertadores. Saiu na oitavas-de-finais quando perdeu para o Grêmio. Levou o bi brasileiro com os pés nas costas. Por competência deles e muita incompetência dos adversários.

Este ano a soberba prossegue e o que era planejamento passou a ser festa. Repatriou dois jogadores de bom nível técnico, mas de alto índice de periculosidade dentro e fora de campo. Os dirigentes se fazem de coitados e colocam as responsabilidades dos maus resultados em cima da arbitragem, enquanto é clara a baixa qualidade técnica de seus jogadores, mal repostos para este ano.

Fiquei muito decepcionado com a diretoria tricolor que caiu nesse “oba-oba” e inventa desculpas para o fraco desempenho dentro de campo. Eles discutem argumentos sem fundamento somente para desviar o foco e se esquecem que quem entende um pouco de futebol, sabe o que está errado.

Infelizmente, como são-paulino, não vejo um grande ano tricolor como foram os últimos. Sorte dos demais times.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Blog da Fabíola

Pessoal, tenho uma dica legal de leitura.


A nadadora olímpica Fabíola Molina estreou seu blog no VNews. É uma boa forma de contato com a estrela joseense que vai estar em Pequim em agosto.

Por falar nisso, amanhã ela vai para a Itália já para se preparar para a disputa das Olimpíadas.


O endereço é http://www.vnews.com.br/fabiolamolina/

domingo, 16 de março de 2008

Futebol que vi e que não vi

Tá certo, eu disse no último texto que ia escrever um texto sobre o jogo do São José (ontem) e não escreveria um sobre o clássico paulista.

Pois bem, nada é como a gente imagina e os planejamentos mudam de uma hora para outra ou de acordo com alguns fatos.

A Águia venceu. Um a zero contra o União São João, mas eu não acomapanhei o jogo todo, então, se quiserem saber do jogo, entrm aqui.

Já, como meu planejamento foi por água abaixo, assisti ao clássico. Um jogo de pênaltis. Sem graves erros de arbitragem, e ali ficou claro que aproveita suas oportunidades vence e venceu. O Palmeiras não criou muito, mas converteu as três penalidadaes máximas que teve e virou goleada, final 4 a 1.

E eu preciso tomar algumas decisões, ainda sem saber quais são direito.

sábado, 15 de março de 2008

Sábado de chuva

Esta semana não publiquei muito por aqui, os motivos foram vários, mas não quero cita-los no memento. Mas o que aconteceu de interessante foi que meu registro (provisório) de jornalista já está em meu poder. Seria melhor se um emprego viesse junto.

Outro fato interessante é que voltei a conversar com o pessoal do ValeParaibano para publicar minha reportagem sobre o transporte para a pessoa com deficiêcia (gosto de usar este termo, pois considero o mais correto, sem adjetivo e eufemismo) em São José dos Campos.

Já estou ciente de que meu TCC (Trabalho de conclusão de curso) não será publicado na íntegra pelo jornal, mas os pontos mais importantes dele, como sua importância social, os problemas apontados pelos passageiros e como ele deve se configurar depois da licitação ocorrente na cidade.

Mas só de haver interesse do maior jornal regional no tema, já é de grande valia, não só para mim profissionalmente, mas para todas as pessoas que se utilizam deste transporte e sofrem com os problemas de administração dele.

Para quem se interessar em ler a reportagem completa (apresentada à banca), pode conferi-la aqui (em arquivo PDF).

Nesta tarde de sábado chuvosa, já estou cansado de enviar currículos, no entanto, não vou parar até ter alguma resposta positiva.

Hoje tem jogo da Águia e devo acompanhar pelo rádio, quem sabe até passo por aqui para comentá-lo. De madrugada tem a abertura da Fórmula 1, que sempre gosto de acompanhar, embora eu nunca escreva sobre. Amanhã à tarde, o clássico entre Palmeiras e São Paulo me tomaria toda atenção do dia, mas estou planejando outro compromisso (preciso pensar mais um pouco na vida pessoal).

Ah, essa chuva não vai parar não?

sábado, 8 de março de 2008

São José 2 x 0 Rio Branco

Por Paulo de Tarso*

São José x Rio Branco, clássico de dois times que já deram grandes alegrias as cidades de São José dos Campos e Americana.

O São José começou o jogo contra o Rio Branco de Americana, pressionando. Toninho Moura, viciado em zagueiros e volantes, viu Alex Cortez quebrar a retranca do time adversário com uma bela cabeçada antes da metade do primeiro tempo.

O gol acordou o time de Americana, que ofereceu perigo ao gol do goleiro Willians. No segundo tempo, os três mil torcedores que foram ao Martins Pereira assistiram à Águia ampliar o placar com um gol de pênalti convertido por Laércio, pênalti muito bem marcado pelo juiz, após o segundo gol, o time de Toninho Moura apenas "cozinhou o galo" e garantiu os três pontos.

Importante frisar que o juiz foi muito bem tecnicamente e muito mal na parte disciplinar.

André Bilinha sofreu contusão e é duvida para o confronto, fora de casa, contra o Bandeirante na próxima quarta-feira.

Nota LD: A Águia fez a lição de casa e assumiu, provisoriamente, a quarta colocação na tabela e segue firme na luta por uma vaga na próxima fase.

Depois de um período de baixa no torneio, o time de Toninho Moura retomou o futebol de bons resultados e a auto-estima.


*Paulo de Tarso é publicitário e esteve no estádio para ver a Águia.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Golaços em seis doses

Numa espetacular vitória, o Fluminense fez seis contra o Arsenal da Argentina no Maracanã.

No dia em que se comemora o Dia do Gol de Placa, o Flu tratou de fazer logo seis golaços.

Claro não poderia faltar um do "Artilheiro de Golaços", Dodô... Um dia para não se esqucer nas Lajeiras

quarta-feira, 5 de março de 2008

São Paulo 2 x 1 Audax

Atualizado às 23:54

Adriano, o menino das encrencas, salva o tricolor em casa, com dois gols.

No primeiro tempo, pareceu um treinamento de ataque contra defesa, mas mesmo assim o ataque não soube criar muitas oportunidades com qualidade e assim terminou o primeiro tempo.

No segundo tempo, o São Paulo continuou soberano, mas num momento de apagãp da defesa, o matador Vydea Nueba abriu o placar com um golaço.

Faltava 15 minutos para o jogo terminar e o opornismo do garoto encrenca empata e em seguida deixou sua segunda marca.

O Tricolor cria boas oportunidades, mas precisa calibrar o pé nas conclusões, sem isso não deve chegar muito longe.

Mensagem no celular e batalhas sem armas de fogo

Como várias pessoas sabem, não sou muito de assistir TV, a não ser que seja um evento esportivo. Mas esses dias, assisti um pouco, pois o marasmo na internet estava grande.

Zapeando os canais, percebi uma grande quantidade de promoções e serviços feitos por meio de mensagens de celular. Leilão de produtos, com valores mínimos, votações para quem deve vencer ou sair de um programa. Haja credito para mandar tantas mensagens.

Isso me faz lembrar de quando eu era criança, o canais de televisão eram repletos de serviços, via telefone, o tal do 0900, onde a pessoa ligava e pagava um valor a mais, uns R$ 4,00 o minuto.

Na época, quem mais se aproveitava da situação era os videntes. Era absolutamente insuportável, chegavam a ser três ou quatro comerciais seguidos. Até que em um dado momento, o governo federal proibiu.

Já estava na hora da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicação) rever os critérios para este tipo de serviço, pois, além de ser muito chato, parece fazer pessoas gastarem seu dinheiro com serviços com baixíssima utilidade e altamente exploratória.

Baralhas
Não há como não falar, ou melhor, escrever, sobre os grandes assuntos em pauta no dia de hoje.

A crise entre o Equador, Colômbia e Venezuela, faz tempo que não via uma crise diplomática tão grande, principalmente, na América do Sul. Pois bem, espero que esta batalha fique somente na palavra e na caneta, porque no momento democrático mundial atual não permite a se chegar as vias de fato de uma guerra com armas de fogo.

E hoje começa a batalha, na caneta, sobre a aprovação da Lei de Biossegurança e como sempre a polêmica fica por conta da Igreja Católica e a comunidade científica, porem como este confronto já existe há muitos séculos, creio que não será agora e nem aqui no Brasil, que isso vai terminar.

Outro dia, escrevo mais sobre este assunto, afinal, ainda será muito discutido.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Corinthians 0 x 1 Palmeiras

Por Juca Kfouri

O primeiro tempo foi tão brigado entre Corinthians e Palmeiras que os dois times pareciam ter se esquecido que o objetivo do jogo é o gol.

Tanto que a primeira emoção mais forte só surgiu aos 33 minutos, quando Diego Souza cabeceou no chão, rente à trave, e Júlio César fez excelente defesa.

Antes disso, só luta.

Luta e dois erros de arbitragem, um grave, outro leve.

O grave foi a interrupção de um ataque alviverde por impedimento inexistente de Valdívia, em lance que o chileno ficaria cara a cara com o gol.

O outro erro, leve, no contra-ataque deste lance, quando Herrera chutou cruzado, Gustavo cortou para escanteio e o árbitro marcou só tiro de meta.

Em seguida, mais um erro, agora gravíssimo: pênalti de Diogo Rincón em Valdívia.

Árbitros erram muito, como se vê, assim como jogadores.

Diego Souza, por exemplo, deu uma pegada tão forte em Bóvio que merecia ser expulso de campo.

E Lulinha foi tão fominha que deixou de dar a André Santos o possível gol de abertura do placar no Morumbi, no finzinho do primeiro tempo.

No segundo tempo a primeira sensação de gol foi corintiana, depois que Marcos defendeu parcialmente um chute de Herrera e Diogo Rincón, impedido, chutou para a rede, sem valer.

Em seguida, Kléber entrou no lugar de Wendel e quase deu o primeiro gol ao Palmeiras, impedido por Júlio César em chute de Gustavo.

Com quase 50 mil torcedores no estádio, depois da "parada técnica", o Palmeiras botou Denílson no lugar de Alex Mineiro e o Corinthians pôs Héverton no lugar de Rincón.

A verdade é que a superioridade técnica individual do alviverde não preponderava sobre a armação tática mais cuidadosa do alvinegro.

E se o empate não era ruim para o Corinthians, era muito ruim para o Palmeiras.
Então, aos 30, Lulinha foi desarmado por Diego Souza na saída de bola corintiana, Diego serviu Kléber que chutou forte e cruzado, Júlio César ainda defendeu parcialmente, mas Valdívia chegou antes de Carlão e fez o gol que deixava mais justo o marcador.

Aos 35, na base do tudo ou nada, Carlão saiu, entrou Lima no Corinthians, que via uma invencibilidade de 10 jogos, graças aos seus zagueiros, ir para o espaço.

No minuto seguinte, Diego Souza, no contra-ataque, perdeu gol feito, ao chutar em cima de Júlio César. E deixou o campo para entrar Martinez.

A ordem era manter o resultado, embora estivesse claro que o Palmeiras poderia ampliá-lo.

Mas deu certo e o Palmeiras permanece vivo no Campeonato Paulista, além de ter vencido seu quarto clássico seguido contra o rival.

Não é pouca coisa.

No confronto direto, o Palmeiras amplia sua vantagem, com sete vitórias a mais que o Corinthians.



 
^

Powered by Bloggerblogger addicted por UsuárioCompulsivo
original Washed Denim por Darren Delaye
Creative Commons License