domingo, 17 de fevereiro de 2008

Sobre notícias, Amy Uísquehouse e influências

Por Priscila Souza, jornalista e radialista

(http://www.goiabasverdesfritas.blogger.com.br/)

Eu gosto de Elis Regina sabiam? De Elis, Renato Russo, Kurt Kobain, Cassia Eller, Cazuza e outros drogados mais. E tenho aversão à substâncias psicoativas ilegais. Aliás, até cigarro eu detesto.

Tim Maia cheirava horrores. E nem por isso deixou de ser um bom músico, tanto que ele era chato de tão perfeccionista quando o assunto era som/música.

Um músico deve ser premiado pela sua música, não pelo seu comportamento. O Grammy avalia música e não a vida de quem canta.

Se fosse assim os Rolling Stones não seriam lendários.

Acredito que música e drogas tem uma grande relação. Não que todo bom músico seja drogado, ou que todo drogado ou bêbado, possa vir a ser um bom músico. Mas o comportamento não influencia quem ouve a música.

Muito pelo contrário: Às vezes age até de forma contraria: eu por exemplo tenho pena do Julian Casablanca do Strokes. Pena mesmo. Um cara bonito, cheio da grana, famoso que não consegue dar entrevistas (joga no youtube que você acha algo) direito por causa do estado alcoólico.

Sendo assim Amy mereceu sim os 5, eu repito: Cinco prêmios que faturou, porque até mesmo bebâda ela mostra que tem uma excelente voz. É claro que sempre existem o influenciáveis, mas eles são minorias.

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