segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Cury foi o primeiro

Ano bissexto, ano de eleição presidencial nos Estados Unidos (um dia eu ainda vou entender o que ela é aquela bagunça), mas também é ano de eleições municipais aqui na terra chamada Brasil.

E nesta semana o jornal Vale Paraibano traz entrevistas com os chefes do poder Executivo das principais cidades da região. O primeiro entrevistado foi o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB).

Em reportagem especial assinada pelos jornalistas Fábio Zambeli e Max Ramon, Cury avalia seus três anos de governo e promete cumprir o restante do plano de governo até o fim do mandato, em dezembro. Segundo ele, faltam 20% de tudo o que se comprometeu em 2004.

Ele deu uma nota clássica para seu mandato: 8 (típico de tucano, em cima do muro. Não aponta nenhum momento como o mais crítico de seu mandato, cita somente alguns exemplos, como ele mesmo disse. Cury se esqueceu de citar o entrave que dividiu a Câmara, em 2005 e estremeceu as relações entre a base-aliada: a Pílula do Dia Seguinte.

Ele admitiu que o caso do Pinheirinho não conseguiu resolver devido à complexidade. No caso da GM, o prefeito joseense afirmou que “é preciso descer do salto” (e rodar a baiana?).

Tomei a liberdade de disponibilizar a reportagem completa para quem ainda não viu e não é assinante do jornal. (aqui)

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