sábado, 20 de outubro de 2007

Do Rock ao Country, o que os jovens de São José ouvem

As idades podem ser semelhantes, mas os jovens de São José dos Campos têm gostos bem diferentes
São José dos Campos é a cidade onde se encontram vários estilos musicais e de ouvir música. Desde um mega-show até um simples rádio de AM e FM.

Nos últimos anos, se proliferaram os meios: MP3, celulares, CDs, rádio AM e FM entre outros, sempre existe alguma forma de ouvir a música preferida.
Marcelo Siqueira, 21 anos, é um exemplo de quem não gosta de escutar rádio. Ele afirma que o tipo de música que as rádios tocam não o agrada. Ele prefere rock pesado. Ele não diz que as músicas são ruins. “Eu apenas não gosto, algumas eu até gosto, mas são poucas, então, é melhor eu ouvir as músicas do meu mp3, que eu gosto de todas”, enfatizou Siqueira.
Já Marcus Vinicius Andrade, 19 anos, gosta de estilo musical diferente. Ele ouve música country, ou sertaneja . Ele brinca: “A música sertaneja é boa porque a gente dança junto, o que é muito melhor”, falou ele sob gargalhadas. Ele contou que desde pequeno dentro de casa ouvia música sertaneja por influências de seus pais que têm origens na região rural da zona norte da cidade.
“Aprendi a ouvir e a dançar desde pequeno, e ainda mais meus amigos também apreciam uma ‘moda de viola’ e música com os amigos não tem ‘casamento melhor’”, encerrou.
A influência da música da década de 80, o rock and roll nacional, é um outro estilo que é evidente nos jovens de hoje. Mesmo eles que nasceram enquanto bandas, como Capital Inicial, Legião Urbana, Os Paralamas do Sucesso entre outras dezenas, estavam nas paradas de sucessos das rádios, seguem a ouvir as canções daquela época.
Laura de Sá, 21 anos, diz não gostar das músicas que tocam nas rádios atualmente.“Prefiro quando a programação é de música antiga”. Compartilha da mesma opinião Eduardo Borges, 22 anos. “Eu era pequeno quando essas bandas faziam sucesso, mas mesmo assim me identifico bastante com elas, as letras mais politizadas, a parte instrumental com base na guitarra, naquela época tudo parecia ser mais interessante, infelizmente mudou muito de lá para cá”, encerrou em um tom de revolta.
Mas não são todos que estão insatisfeitos com o que tocam as rádios. André Morais, 18 anos, por exemplo, é um que ouve bastante rádio e curte o que elas oferecem. “Eu ouço pop-rock, reggae, black, o que toca no rádio a gente ouve”.
Rádios – Em São José dos Campos, as rádios que fazem maior sucesso entre os jovens são a Stereo Vale FM, 975 FM e Jovem Pan. Todas elas têm um repertório musical baseado em sucessos do pop, pop-rock e nos últimos anos uma tendência black, um ritmo que invadiu as listas musicais das rádios, mas na opinião do locutor da 975FM, Beto Gomes, não é uma tendência que deve durar muito tempo, pois é um aspecto da cultura brasileira. “Refiro-me ao tempo de exposição (da música), ou seja, acontece, como está acontecendo, estoura, depois há um tempo de hibernação, então retorna”.
Para o diretor artístico da Stereo Vale, Eloi Moreno, o black que toca no radio não é o verdadeiro black norte-americano, é um estilo com um ritimo, mais pop enfatiza. “na verdade, para se tocar no rádio atualmente, a música tem que possuir uma levada pop, é inevitável para que as gravadoras consigam vender seu produto”.
Segundo Moreno, o rádio vive n momento em que os ouvintes pedem para que as rádios toquem determinado tipo de musica.
“Estamos vivendo uma época semelhante a que vivemos na década de 80, quando tínhamos um número elevado de músicas, e o que era bom e o ouvinte gastava permanecia. Isso é muito melhor para as rádios, pois elas têm certeza de que a música tocada é mais aceita pelo publico”, encerrou o diretor da mais antiga FM do Vale do Paraíba.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

"A juventude é uma banda numa propaganga de refrigerante

Os meus pensamentos hoje não estão lá muito racionais, por isso se este texto ficar muito nada a ver, não ligue não.

A minha cabeça parece uma panela de pressão. Não vejo a hora de terminar o TCC (Trabalho de Concusãoo do Curso) o mais rápido possível.


Minha intenção era terminar a parte teórica neste fim de semana, mas devido a algumas fontes ainda não terem me enviado as devida informações e algumas lembraças esquecidas aparecerem, isso só ficou em uma mera expectativa, mais uma vez frustrada.


Mas como "a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerante", estou a fim de relaxar um pouco hoje, pois como percebi nesta semana, estou em maior contato com meus amigos de uma rádio (Mercan grátis: Stereo Vale, 30 anos.... A primeira FM!!! Elói, que tal? Ja sei falar a vinheta hehehe), do que meu irmãoo e meus primos.

"Tá matando, hein????!!!"

domingo, 14 de outubro de 2007

"A gente entra pra matar"

Ontem, eu assiste ao fiilme "Tropa de Elite", que está dando o que falar no Brasil todo e fora também...

Perdi a conta já no começo do filme de quantas mortes eu ja tinha visto. Chega um momento que a gente nem se impressiona mais. Mostra uma realidade nacional, dentro dos parâmetros cariocas, que ninguém tem coragem de admitir que exista.

"O sistema", termo usado pelos personagens para definir o tráfico e a corruupção nas favelas, era quem mandava e o resto obedece, seja policial militar um usuário de drogas, pé-rapado.

Um sistema financiado por quem tem dinheiro e gasta para bancar sua diversão de viciado.

Onde antes se mata para depois se perguntar quem é.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Nota rápida sobre o São José

Acabei de ver no Vnews que o São José tem novo presiente, eleito ontem, o empresário Hélio Fontes, apoiado pela Associação Amigos do São José (AASJ)

Robertinho da Padaria, diretor de futebol do clube, membro da AASJ e vereador da cidade, airmou à reportagem que "a partir do dia 22 de outubro (quando Fontes assume o cargo) mudará muita coisa no clube, pois unifica. Vamos ficar com uma diretoria só e todo mundo pensando pelo mesmo caminho. Do que jeito que estava, era muito difícil de trabalhar."

O diretor também disse que haverá maior aproximação entre clube e a Prefeitura e que logo eles (do Clube ) se reunirão com o Prefeiro para definir como será o novo relacionamento entre as partes.

Eu tenho sérias restriçoes sobre a interferência do poder público em times de futebol. Concordo que o governo tem dinheiro para investir, só que um clube se amarrar a questões políticas da cidade.

Um time de futebol precisa cerscer representar a cidade, mas por forças e competências próprias.

E aí, o que você acha?



 
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