sábado, 8 de setembro de 2007

São Paulo mais líder ainda

Apesar do feriadão, São Paulo estava de plantão. Pelo menos no primeiro tempo. Porque só deu Vasco em São Januário. Do primeiro ao último minuto.

Duas bolas foram na trave de Rogério Ceni, uma de Amaral, no travessão, e outra de Júlio Santos, no pé da trave esquerda do goleiro.

Além disso, Rubens Júnior obrigou o ídolo tricolor a fazer boa, quase ótima defesa. O São Paulo perdeu André Dias, machucado, e Jadilson entrou.

Com São Janu em tarde de gala, repleto e bonito, no segundo tempo os paulistas melhoraram e passaram a jogar de igual para igual, como se espera de um líder.

E, aos 16, Dagoberto fez um golaço, indefensável para Sílivio Luiz. No mesmo gol que a bola não quis entrar nos primeiros 45 minutos, é claro. Como seria também indefensável, três minutos depois, uma bola em falta batida por Andrade que desviou e tirou Rogério Ceni do lance.

Só que a danada passou rente à trave, caprichosa, cúmplice da conspiração de todos os astros pelo pentacampeonato do São Paulo. Aos 35, Dagoberto perdeu a chance de liquidar o jogo, já cansado, sem forças para vencer o goleiro vascaíno.

Mas, aos 49, Hernanes pedalou, chutou, a bola desviou e...entrou: 2 a 0.

O São Paulo quebrou a invencibilidade de 22 jogos do Vasco em sua casa e ainda completou 898 minutos sem tomar gol. Esperemos para ver qual será o motivo de choradeira.

Não foi justo?

Pelo primeiro tempo, não. Pelo segundo, sim. O empate seria mais justo? Sim.

E o que o São Paulo tem a ver se os outros chutam nas traves e ele nas redes? Ou será que duas bolas na trave valem um gol? Valem não.

Por Juca Kfouri, em seu blog.

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